Muitas vezes, problemas sérios começam de forma silenciosa, com práticas que parecem inofensivas, mas que, na verdade, expõem a empresa a riscos penais.

Contratar fornecedores ou parceiros sem verificar a idoneidade deles, operar com contratos frágeis, deixar de implementar políticas de compliance e gestão de riscos, permitir que sócios ou gestores tomem decisões sem respaldo jurídico ou realizar operações financeiras sem controle da origem e destino dos recursos são exemplos de situações que podem gerar graves consequências.

Outro erro comum é o desconhecimento das leis penais aplicáveis ao setor de atuação, o que pode levar a violações sem que a empresa perceba. Ignorar esses riscos é abrir as portas para investigações e processos criminais.

Por isso, investir em prevenção e orientação jurídica não é custo, mas sim proteção: sempre será muito mais barato prevenir do que lidar com uma crise penal.